Em entrevista exclusiva, Marcelo Lomba comemora bons números, ofensivos e defensivos, da zaga colorada em 2020

Titular nas seis partidas disputadas pelo Inter na Libertadores até o presente momento, Marcelo Lomba ainda não viu sua rede balançar na principal competição deste primeiro trimestre. A série é a maior já registrada pelo Clube no torneio continental, superando em dois jogos a antiga melhor marca, alcançada em 2010. Números impactantes, e que alegram o goleiro. “A gente está bastante feliz com esses números da defesa, são de equipe que briga por título. É muito importante, principalmente quando você disputa torneios de mata-mata, duelos classificatórios, pois nos deixa mais perto da vitória.”

O futebol atual exige que as funções de marcação não sejam responsabilidade exclusiva de zagueiros e laterais. Continentalmente reconhecido neste início de temporada pela intensidade de suas exibições, o Internacional tem nos seus atacantes os primeiros defensores da equipe. Desta pressão no campo adversário, inclusive, já surgiram gols importantes para o Clube do Povo em 2020, a exemplo do tento de Boschilia, contra a Universidad de Chile, e o segundo de Guerrero diante da Católica, ambos anotados no Beira-Rio. Tamanho comprometimento da linha ofensiva alvirrubra é comemorada por Lomba, arqueiro que defendeu a meta alvirrubra em 13 ocasiões no ano – Danilo Fernandes, outro paredão colorado, atuou em duas partidas. “A gente está se sentindo muito bem fisicamente e, é claro, uma parte tática ajustada ajuda a poupar esforços. O ataque vem ajudando muito, é impressionante. Temos atuado com a equipe um pouco mais adiantada e compactada, isso tem feito muito bem, pois estamos muito bem treinados, fazendo exatamente o que o Coudet está pedindo, o que tem nos dado condição de, em 90 minutos, manter a mesma intensidade. É uma característica muito boa, que passa confiança e, acredito, é uma das grandes chaves do nosso bom desempenho neste início de ano.”

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